and I won't break your heart-shaped box.
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terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Peido de velha
Estava sentada no quartel general da BOM, onde aguardava para carregar meu bilhete único do ônibus intermunicipal 159, que me levava a São Bernardo do Campo todos os dias. Como acontecia com frequência, o lugar estava cheio e, dessa vez, as opções eram ficar irritada em pé, ou sentada. Então fui pro chão.
O pior de tudo era uma senhorinha em pé do meu lado. Não (tanto) por ela estar com a bunda posicionada na altura do meu rosto (o que estava me incomodando intensamente), mas por ela se encontrar nessa situação injusta com idosos.
Pensei "coitada da senhorinha, tem pudor até de sentar no chão. Ou talvez nem consiga". De repente, enquanto eu desenvolvia pensamentos simpáticos, ela peidou. PEI-DOU. Um típico peido de velha, sonoro e letal. Horrível. Meu deus! Gostaria de ter guardado um pouquinho daquele ar fétido num pote para ilustrar a questão, mas não o fiz. As evidências eram claras: fez um som engraçado e vergonhoso de nádegas flácidas se deslocando ao movimento do ar por ela liberado na atmosfera do meu campo de existência.
Minha reação inicial foi a de levantar os olhos de meu livro, arregalá-los, inspirar assustada, me arrepender profundamente de ter feito isso e olhar pra cima, à procura de algum sinal de vergonha por parte da senhora flatulenta. Nada. Foi como se nada tivesse acontecido. Como se o som e o odor, evidentes, fossem obra da minha imaginação maldosa. A velhinha estava impassível.
Gostaria, agora, de usar esta rica fábula para fazer um paralelo com a vida. A velha peidou e não estava nem aí. O cheiro que ela produziu e liberou na minha cara entrou pelas minhas narinas e apodreceu minha alma. Mas, de acordo com ela, nada aconteceu.
E não é assim que vivemos? As pessoas fazem mal umas às outras e fingem não ter sido nada. Depois, são alvo das mancadas e se chocam ao ver a indiferença alheia. É isso: estamos sempre peidando e cheirando os peidos uns dos outros. É o gasoso ciclo da vida. Algum dia, hei de ser a velhinha.

cocks
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Um mês
para colocar as coisas em ordem.
Me aguardem.
cocks
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louros,
superação
De onde vem a calma daquele cara?
Da hipocrisia, da negação. Não importa.
As pessoas sentem-se sós, mas têm os mesmos componentes em organizações químicas diferentes. Cada qual em seu pacote. Alguns diáfanos, outros opacos e, por isso, de aparência calculada. Tolos são os olhos que neles acreditam.
Falta ardil, Marcela. Francamente.
**
De onde vem a calma daquele cara?
Ele não sabe ser melhor, viu?
Como não entende de ser valente?
Ele não saber ser mais viril
Ele não sabe não, viu?
Às vezes dá como um frio
É o mundo que anda hostil
O mundo todo é hostil
De onde vem o jeito tão sem defeito?
Que esse rapaz consegue fingir
Olha esse sorriso tão indeciso
Tá se exibindo pra solidão
Não vão embora daqui
Eu sou o que vocês são
Não solta da minha mão
Não solta da minha mão
Eu não vou mudar não
Eu vou ficar são
Mesmo se for só
Não vou ceder
Deus vai dar aval sim
O mal vai ter fim
E no final assim calado
Eu sei que vou ser coroado
Rei de mim.
sábado, 10 de abril de 2010
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Raiva errada
Uma Marcela cansada não é louvável. Ela é a típica paulistana estúpida: anda pelas ruas com pressa, cara de bosta, esbarrando nos outros - morrendo de preguiça de pedir desculpas para aquele ser que nem sequer tentou se desviar dela -, lançando olhares malévolos, não agradecendo quando uma pessoa gentil lhe avisou que o carro estava dando ré em cima dela, odiando as velhinhas suadas e folgadas (DO CA-RA-LHO!) que entram na sua frente na fila sem o MENOR pudor, sem a MENOR consideração, completamente ignorando a sua existência cansada e irritada - cara, só porque você é velha e incapaz, um peso social aos coitados que pegam filas todos os dias, que se levantam pra você se sentar no ônibus e no metrô, não te dá o direito de se aproveitar disso da forma mais estúpida possível: sem a MENOR vergonha de ser uó.
Olha que horror o que eu falei dos idosos, olha como eu sou errada e egoísta quando estou cansada. Mas é aquela teoria do Freud - que morri de preguiça de explicar: eu tenho raiva dos velhinhos porque não quero ser uma. Se aquela vaca tivesse sido fofa e falado "Ai menina, eu tou tão cansada, posso passar na sua frente?" eu falaria "Lógico, magina, que é isso..." e ainda me sentiria culpada de reclamar internamente do meu cansaço, frente às dificuldades da idade avançada. Mas não foi o caso. Então pau no cu de todos.
Bora fazer meu almoço uó, fazer meus trabalhos sem a MENOR capacidade intelectual de fazê-los neste momento uó e ser chata com o resto da sociedade que não tem nada a ver com meus problemas.
Olha que horror o que eu falei dos idosos, olha como eu sou errada e egoísta quando estou cansada. Mas é aquela teoria do Freud - que morri de preguiça de explicar: eu tenho raiva dos velhinhos porque não quero ser uma. Se aquela vaca tivesse sido fofa e falado "Ai menina, eu tou tão cansada, posso passar na sua frente?" eu falaria "Lógico, magina, que é isso..." e ainda me sentiria culpada de reclamar internamente do meu cansaço, frente às dificuldades da idade avançada. Mas não foi o caso. Então pau no cu de todos.
Bora fazer meu almoço uó, fazer meus trabalhos sem a MENOR capacidade intelectual de fazê-los neste momento uó e ser chata com o resto da sociedade que não tem nada a ver com meus problemas.
Números do dia
30 é a quantia em reais que tenho na minha conta
0 é o número de respostas de estágio
6 é a nota que preciso em FEB II
0 é o meu número de pretendentes
1 é a quantidade de ex que eu posso ligar se a coisa ficar feia
12 é o meu level do Sorority Life no Facebook
17% são as possibilidades de tudo mudar.
0 é o número de respostas de estágio
6 é a nota que preciso em FEB II
0 é o meu número de pretendentes
1 é a quantidade de ex que eu posso ligar se a coisa ficar feia
12 é o meu level do Sorority Life no Facebook
17% são as possibilidades de tudo mudar.
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Emprego,
fera ferida,
numerologia,
Paulevisk,
pesado,
pobreza
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Alguns não se enxergam, mas nós estamos de olho

“Ih, minha filha, foi só depois de muitos Jãos como esses seus aí que eu aprendi a cortar o mal pela raiz”, disse ele com aquela voz de dona-de-casa fofoqueira. “Não era nem pra você ter dado trela”.
Estavam conversando dentro do carro, debaixo da chuva, havia muito tempo. A pauta do dia era sobre aquelas pessoas com as quais nos relacionamos apesar de serem quem são (feias, gordas, chatas, burras, imaturas, sem-graça etc) e fazerem o que fazem, porque os defeitos foram relevados em nome de um bem maior. Mas, ainda assim, essa pessoa é quem dispensa. Chato, não?
E aí pairou no ar aquela questão: como é que aquela greta* zuada, em tantos aspectos, foi quem deu a cartada final? Como é que eu relevei tanta coisa por tanto tempo, pra depois tomar uma bota?
Mas é isso: às vezes, dá-se a uns o poder sobre nós que eles não deveriam ter. E foi este o conselho dele e de outros: por que colher verde, para ficar maduro? Por que aceitar menos do que se quer ou merece?
Mais vale um burro que me carregue a um cavalo que me derrube? Não, lógico que não. Se até os burros estão derrubando, que venha um alazão digno de me tomar e, por que não?, de me derrubar.
*greta é uma expressão (engraçadíssima) pra designar, muitas vezes pejorativamente, um homem ou uma mulher.
domingo, 4 de outubro de 2009
Tralhas

Até gostaria de dizer que guardo muitos objetos porque eles sempre têm um valor sentimental acoplado. Mas é mentira. Não sinto nada além de vergonha alheia daqueles anjinhos bregas de lembrancinha de casamento, que acumulam pó dentro do meu guarda-roupa.
A questão é que, quando era criança, sofri um trauma. Eu tinha um bonequinho do Droopy muito feio, que sempre era usado como bode expiatório nas brincadeiras. Ele era o malvado, o mártir, o filho renegado de deus (no caso, eu, a dona do jogo). Mesmo sem contexto, acabava esmagado pela vaquinha, que eu fazia pisoteá-lo com força.
De alguma forma, todas as minhas birras com o mundo eram descontadas nele. Só porque tinha aquela cara feia, de quem merecia e, além disso, pedia para ser punido. Então, quando chegou aquele momento crítico de escolher quais brinquedos guardar, nem pensei e me desfiz dele.
E o que aconteceu? Chorei horrores e me arrependi profundamente de todos os meus pecados. E agora eu nunca sei o que realmente deve ser jogado fora e o que precisa ser guardado, pelo menos por mais um tempinho.
Droopy, onde quer que você esteja, saiba que você foi muito especial pra mim. Desculpa por tudo. No hard feelings. Beijo.
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memória,
saudades
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Roller coaster
Esse foi o nome que eu escolhi pro post boring-nobody-cares sobre minhas emoções descontroladas. E daí lembrei do clipe do Red Hot Chili Peppers que me fez conhecer a banda e amá-los pra todo o sempre:
Obs. Também lembrei daquela música da Katy Perry, "you're hot, then you're cold, you're yes, then you're no", mas i don't think so.
Algumas (poucas) observações:
- ele fala "you give me that funny feeling in my tummy" (0:15). Hahahaha não é muito fofo e totally not Red Hot? Mas é Red Hot, porque eles podem falar isso com distorção na voz e numa música super cool, que não fica meloso e ridículo.
- um beijo pro Dave Navarro (0:28), delicinha que substituiu o guitarrista John Frusciante em 1993. Ele gravou o "One Hot Minute" com a banda e saiu em 1998.
- olha que FOFA essa velhinha (0:59)! E isso porque não sou muito fã de idosos, né, Pau?
- quando eles entram no túnel, que chama "The Hole" (hmmm), está tudo seco. Daí eles são expelidos, com um líquido, do tubo. É isso, pessoal, preciso explicar?
Obs. Também lembrei daquela música da Katy Perry, "you're hot, then you're cold, you're yes, then you're no", mas i don't think so.
Algumas (poucas) observações:
- ele fala "you give me that funny feeling in my tummy" (0:15). Hahahaha não é muito fofo e totally not Red Hot? Mas é Red Hot, porque eles podem falar isso com distorção na voz e numa música super cool, que não fica meloso e ridículo.
- um beijo pro Dave Navarro (0:28), delicinha que substituiu o guitarrista John Frusciante em 1993. Ele gravou o "One Hot Minute" com a banda e saiu em 1998.
- olha que FOFA essa velhinha (0:59)! E isso porque não sou muito fã de idosos, né, Pau?
- quando eles entram no túnel, que chama "The Hole" (hmmm), está tudo seco. Daí eles são expelidos, com um líquido, do tubo. É isso, pessoal, preciso explicar?
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terça-feira, 8 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Jogos e dificuldades
BODIEI. Cansei.
Tem horas que precisamos parar de lutar contra a corrente e fucking let go das coisas. Parar de dar importância pra tudo e pra todos. Parar de ficar controlando tudo e todos. Nos importarmos mais com nós mesmos e com as coisas que temos a fazer.
É uma pena quando sentimentos estão envolvidos, porque torna mais difícil colocar isso em prática. Às vezes nossa mente, que era uma casa com vários quartos, torna-se uma kitinete. Entende? E nessa época, tem sido assim.
Em certos momentos eu expando pra alguns quartos. Tem horas em que há uma mansão na minha alma e sinto uma paz tremenda. Mas agora tá apertadinho. Vamos nos respeitar mais? Vamos. Respeito.
É só isso que digo pra mim mesma e pras pessoas que se identificarem.
E um beijo especial pro Lucílio, que sentiu falta de eu escrever mais abertamente, sem firulas, como se estivesse falando com alguém (não que tenha sido o caso, mas já é uma mudancinha, vai?)
Tem horas que precisamos parar de lutar contra a corrente e fucking let go das coisas. Parar de dar importância pra tudo e pra todos. Parar de ficar controlando tudo e todos. Nos importarmos mais com nós mesmos e com as coisas que temos a fazer.
É uma pena quando sentimentos estão envolvidos, porque torna mais difícil colocar isso em prática. Às vezes nossa mente, que era uma casa com vários quartos, torna-se uma kitinete. Entende? E nessa época, tem sido assim.
Em certos momentos eu expando pra alguns quartos. Tem horas em que há uma mansão na minha alma e sinto uma paz tremenda. Mas agora tá apertadinho. Vamos nos respeitar mais? Vamos. Respeito.
É só isso que digo pra mim mesma e pras pessoas que se identificarem.
E um beijo especial pro Lucílio, que sentiu falta de eu escrever mais abertamente, sem firulas, como se estivesse falando com alguém (não que tenha sido o caso, mas já é uma mudancinha, vai?)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Nelsão
Tchela: E aí, como era o Marcelo D2 ao vivo?
P.: Nossa, eu pegava.
T.: Jura??? O D2??
Mrs. Funny: Nossa, o D2 é sujo...
P.: Meu, é a presença dele, aquele jeitão meio assim...
T.: É, eu entendo. Eu também curto uma coisa meio mendigo... Hahahahah!
M.F.: Nossa, Marcela, tenho que te apresentar o Nelsão, mendigo da minha rua! Quando ele tá de calça, ele é super estiloso! Hahahaha!
HAHAHAHAHAHA
Eu juro que eu ri até o fim dos tempos.
(Pode ser também porque sexta eu tava super bem humorada e boba)
P.: Nossa, eu pegava.
T.: Jura??? O D2??
Mrs. Funny: Nossa, o D2 é sujo...
P.: Meu, é a presença dele, aquele jeitão meio assim...
T.: É, eu entendo. Eu também curto uma coisa meio mendigo... Hahahahah!
M.F.: Nossa, Marcela, tenho que te apresentar o Nelsão, mendigo da minha rua! Quando ele tá de calça, ele é super estiloso! Hahahaha!
HAHAHAHAHAHA
Eu juro que eu ri até o fim dos tempos.
(Pode ser também porque sexta eu tava super bem humorada e boba)
domingo, 16 de agosto de 2009
Babadera
Ok. Sabe quem estava no Studio SP ontem? O Rafael Cortez.
Daí eu cheguei nele toda bêbada e burra falando pra ele xavecar minha amiga gatinha. Foi foda (negativamente). Se minha memória de ressaca não estiver enganada, acho que a conversa foi mais ou menos assim:
- Ei, chega na minha amiga
- É só chegar?
- Não, hahahaha, mas chega.
- Ah, é que tou meio arranjado já, sabe?
- Ela é gatinha...
- É uma pena.
- É, mas tudo bem, então.
Foi isso. Ele é baixinho, da minha altura mais ou menos. Que mais? Achei bem normalzinho, não lembro de ter olhado direito pra ele durante a conversa.
Espero que da próxima vez ele leve o Gentili ou o Andreoli. E, como disse minha amiga sábia, aguardaremos a presença de Bento Ribeiro.

Beijo especial pra você.
(E essa foto é fucking breath taking, né?)
Daí eu cheguei nele toda bêbada e burra falando pra ele xavecar minha amiga gatinha. Foi foda (negativamente). Se minha memória de ressaca não estiver enganada, acho que a conversa foi mais ou menos assim:- Ei, chega na minha amiga
- É só chegar?
- Não, hahahaha, mas chega.
- Ah, é que tou meio arranjado já, sabe?
- Ela é gatinha...
- É uma pena.
- É, mas tudo bem, então.
Foi isso. Ele é baixinho, da minha altura mais ou menos. Que mais? Achei bem normalzinho, não lembro de ter olhado direito pra ele durante a conversa.
Espero que da próxima vez ele leve o Gentili ou o Andreoli. E, como disse minha amiga sábia, aguardaremos a presença de Bento Ribeiro.
Beijo especial pra você.
(E essa foto é fucking breath taking, né?)
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xaveco
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Caras com talento
Qual é o meu problema???
Eu estou quase super afim de um cara que eu nem conheço, só porque ele tem um talento pra ser gay e é, de acordo com todas as más línguas e o próprio (naquelas), um canalha!!
É tipo uma sabotagem que começa antes mesmo de começar.
Cade minha terapeutaaaa???
Eu estou quase super afim de um cara que eu nem conheço, só porque ele tem um talento pra ser gay e é, de acordo com todas as más línguas e o próprio (naquelas), um canalha!!
É tipo uma sabotagem que começa antes mesmo de começar.
Cade minha terapeutaaaa???
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terça-feira, 28 de julho de 2009
"Cara, eu tou atirando pra todos os lados...
se for hétero, já tou dando mole"
- É, quando a gente tá carente, a gente não se respeita, não respeita o próximo e nem as instituições sociais [ai meu deus] ... é foda.
- Filha, não tou carente de amor. É de pica mesmo...
- I hear you, sister. I hear you.
**
[Ai, posso colocar uma interninha?]
Sabe que cê faz, gata? Vai pedir um selinho, vai.
- É, quando a gente tá carente, a gente não se respeita, não respeita o próximo e nem as instituições sociais [ai meu deus] ... é foda.
- Filha, não tou carente de amor. É de pica mesmo...
- I hear you, sister. I hear you.
**
[Ai, posso colocar uma interninha?]
Sabe que cê faz, gata? Vai pedir um selinho, vai.
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