... helps de medicine go down.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Pé na bunda...
... da realidade.
Pior que começar a sair com um cara, se apegar a ele e tomar um belo de um pé na bunda que deixa marcas, é quando a sua maldita consciência lhe dá este pé na bunda. Como assim? Como assim que ontem eu decidi, movida pela minha carência e falta de vida, me apaixonar. E me apaixonei muito e platonicamente, inclusive sonhei com o dito cujo no meu cochilo vespertino. Fiquei boba, imaginei a gente junto, casando, tendo filhos, etc, até que a realidade veio e me deu um pé na bunda. E foi aquela coisa né, ela veio com um papinho de que não era eu, era ela. Falou que precisa focar na carreira e que um dia eu encontraria alguém de verdade que me amasse como sou e não me amasse na minha mente distorcida e maluca.
E cá estou. Sozinha novamente e escutando as músicas tristes de Glee. E quer saber de uma coisa Realidade? Toma essa!! Glee Cast - Don't rain on my parade
Pior que começar a sair com um cara, se apegar a ele e tomar um belo de um pé na bunda que deixa marcas, é quando a sua maldita consciência lhe dá este pé na bunda. Como assim? Como assim que ontem eu decidi, movida pela minha carência e falta de vida, me apaixonar. E me apaixonei muito e platonicamente, inclusive sonhei com o dito cujo no meu cochilo vespertino. Fiquei boba, imaginei a gente junto, casando, tendo filhos, etc, até que a realidade veio e me deu um pé na bunda. E foi aquela coisa né, ela veio com um papinho de que não era eu, era ela. Falou que precisa focar na carreira e que um dia eu encontraria alguém de verdade que me amasse como sou e não me amasse na minha mente distorcida e maluca.
E cá estou. Sozinha novamente e escutando as músicas tristes de Glee. E quer saber de uma coisa Realidade? Toma essa!! Glee Cast - Don't rain on my parade
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Momento
Silêncio, preciso que façam silêncio.
Vou falar uma coisa bem baixinho e é importante que você ouça. Se não conseguir leia meus lábios.
Não quero repetir.
Silêncio, silêncio.
Vai começar. Vou aumentar o volume.
Desliguem os aparelhos celulares.
Menu. Perfil. Silencioso.
Agora só depois das 23h
Eu me importaria, se isso fosse importante.
Agora é sério, silêncio.
cocks
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Dia do Nordestino: Tudo sobre minha mãe
Apesar de eu ser uma nordestina aculturada não poderia deixar esse dia passar sem alguns comentários. Na verdade, algumas observações.
O que isso significa?
Para os provenientes de outras regiões do país é um dia para piadas preconceituosas ou discursos piegas sobre o nordestino "romanceado", para não dizer idealizado. Para mim é um pouco da primeira e outro pouco da segunda opção com uma pitada de complexo de "não sei quem eu sou e não sei de onde vim". Por isso vou falar da minha mãe que uma nordestina quase que de verdade.
Minha mãe nasceu em Pernambuco, em uma cidade que vocês nunca ouviram falar, então nem vou dizer. Filha de mãe viúva bitolada em igreja, a mais nova de onze filhos e uma das 3 únicas filhas mulheres, cuja a diferença de idade é de 10 anos entre cada. Analisando a vida da minha mãe a gente pode ver que ela foi criada a partir dos pilares que sustentam a imagem que o resto do país tem do nordestino: catolicismo exacerbado, machismo, homens promíscuos, madrinhas semi-deusas, tias solteironas, ascensão e declínio social e racismo, só faltou a peixeira e a gaita. Mas apesar dessa criação ela nunca acreditou nessas coisas e por isso sempre foi um peixe fora d'agua dentro da própria família. Em 89 foi para o Rio de Janeiro onde se aproximou da família do meu pai que é extrovertida, engraçada e unida. Não se iludam, famílias não são perfeitas, mas teve contato com um tipo de interação famíliar que ela não estava acostumada e isso despertou uma característica muito especial dela: o humor. Durante 30 anos ela foi introvertida e de repente ela começou a expor algo que sempre teve, mas nunca encontrou espaço para se expressar.
Em 97 ela veio para São Paulo, onde pôde retomar o contato com livros, filmes etc, que ficou adormecido na época do Rio, pois as prioridades eram outras. É incrível, mas a minha mãe tem assunto com TODO mundo. E quando eu digo assunto, é assunto mesmo e não só ficar ouvindo o outro e fingindo que isso é uma conversa e soltando um pseudo comentário de vez em quando. Não! Ela tem conteúdo para compartilhar horas com qualquer pessoa. E São Paulo trouxe isso para ela, a auto- estima e também recursos financeiros.
Durante muitos anos e talvez até outro dia, eu não me permitia aceitar São Paulo. Eu sempre me considerei carioca, minha família estava lá, entre outros eventos, mas a minha mãe ficava dizendo: "Paula, a gente é do lugar que foi melhor para a gente". Sem dúvidas São Paulo é esse lugar, especialmente para a minha mãe.
Mas se a minha mãe é de São Paulo, por que nos sonhos ela acorda em Pernambuco?
O que isso significa?
Para os provenientes de outras regiões do país é um dia para piadas preconceituosas ou discursos piegas sobre o nordestino "romanceado", para não dizer idealizado. Para mim é um pouco da primeira e outro pouco da segunda opção com uma pitada de complexo de "não sei quem eu sou e não sei de onde vim". Por isso vou falar da minha mãe que uma nordestina quase que de verdade.
Minha mãe nasceu em Pernambuco, em uma cidade que vocês nunca ouviram falar, então nem vou dizer. Filha de mãe viúva bitolada em igreja, a mais nova de onze filhos e uma das 3 únicas filhas mulheres, cuja a diferença de idade é de 10 anos entre cada. Analisando a vida da minha mãe a gente pode ver que ela foi criada a partir dos pilares que sustentam a imagem que o resto do país tem do nordestino: catolicismo exacerbado, machismo, homens promíscuos, madrinhas semi-deusas, tias solteironas, ascensão e declínio social e racismo, só faltou a peixeira e a gaita. Mas apesar dessa criação ela nunca acreditou nessas coisas e por isso sempre foi um peixe fora d'agua dentro da própria família. Em 89 foi para o Rio de Janeiro onde se aproximou da família do meu pai que é extrovertida, engraçada e unida. Não se iludam, famílias não são perfeitas, mas teve contato com um tipo de interação famíliar que ela não estava acostumada e isso despertou uma característica muito especial dela: o humor. Durante 30 anos ela foi introvertida e de repente ela começou a expor algo que sempre teve, mas nunca encontrou espaço para se expressar.
Em 97 ela veio para São Paulo, onde pôde retomar o contato com livros, filmes etc, que ficou adormecido na época do Rio, pois as prioridades eram outras. É incrível, mas a minha mãe tem assunto com TODO mundo. E quando eu digo assunto, é assunto mesmo e não só ficar ouvindo o outro e fingindo que isso é uma conversa e soltando um pseudo comentário de vez em quando. Não! Ela tem conteúdo para compartilhar horas com qualquer pessoa. E São Paulo trouxe isso para ela, a auto- estima e também recursos financeiros.
Durante muitos anos e talvez até outro dia, eu não me permitia aceitar São Paulo. Eu sempre me considerei carioca, minha família estava lá, entre outros eventos, mas a minha mãe ficava dizendo: "Paula, a gente é do lugar que foi melhor para a gente". Sem dúvidas São Paulo é esse lugar, especialmente para a minha mãe.
Mas se a minha mãe é de São Paulo, por que nos sonhos ela acorda em Pernambuco?
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Falível, transitório, transitivo
Me tiraram a cidade, o sangue, o sotaque.
Lá se foi a identidade,
Vejo de longe a vida que seguiu.
Não estou lá.
Não estou cá.
- Pega o passaporte na gaveta.
A do meio.
Vou guarda-lo na estante.
Qual o ônibus que eu tenho que pegar mesmo?
Vou procurar no google maps.
Lá se foi a identidade,
Vejo de longe a vida que seguiu.
Não estou lá.
Não estou cá.
- Pega o passaporte na gaveta.
A do meio.
Vou guarda-lo na estante.
Qual o ônibus que eu tenho que pegar mesmo?
Vou procurar no google maps.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
Pull the Miley!
I'm not a trick you play
I'm wired a different way
I'm not a mistake
I'm not a fake
It's set in my DNA
Don't change me
I'm wired a different way
I'm not a mistake
I'm not a fake
It's set in my DNA
Don't change me
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Break da vida
Ontem, Mrs. Big Head me perguntou por que a vida é tão difícil. Vou dizer: temos que estudar, trabalhar, manter um corpo gostoso e sem celulite, cabelo brilhante e sedoso, pele hidratada e sem manchas. Daí, temos que ler, ver filmes, ir a peças, falar besteira, conversar sobre coisas sérias, nos engajarmos politicamente, digerir tudo isso e produzir uma massa fecal digna de respeito.
Daí temos que manter a mente saudável, investir nas relações interpessoais e fazer sexo. Pra tudo isso, precisamos de roupas, depilações e manicures feitas. E, pra tudo isso, precisamos de dinheiro. E pra ter dinheiro precisamos fazer tudo isso.
**


segunda-feira, 12 de abril de 2010
E fui viver a minha vida...
...só espero que ela não me leve pra muito longe da sua vida.
cocks
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Seria eu um adulto?
Acabei de voltar de uma fucking amazing trip com minhas duas best friends that anyone could have.
E tem alguns sentimentos negativos acontecendo aqui no meu coração.
Vou fazer 23 anos, meu estágio não tem nada a ver com a minha personalidade e habilidades, meu curso talvez também não tenha. As pessoas desse curso definitivamente não tem (exceto umas 4 exceções). Não sei se é possível sonhar em ter um trabalho legal. Eu paguei pela viagem sem nenhuma ajuda de custo dos meus pais. Estou sem vontade de ficar com ninguém porque a minha cabeça está cheia de outras coisas. Já falei que vou fazer 23 anos?
Nessa viagem eu não pude deixar de notar que nós somos as 3 garotas que há 5 anos se odiavam loucamente e hoje nós somos as 3 best friends that anyone could have. Bonito, mas bizarro. Bizarro porque, assim como nossa inimizade, um monte de coisa foi deixada para trás: nossos professores amados, os chocolates da Munik, as melhores amigas da época, o variado leque de opções de futuro, o Sr. Street Dance, a mesada, o nosso estilo indefinido que não condizia com nossa personalidade. Oh my god!!! A gente não está mais no colegial!! Isso é bom, mas é bizarro. E agora eu vou voltar a ser desempregada e o meu tempo para pensar em "escolhas erradas vão me tornar infeliz" vai voltar.
e blábláblábláblá reclamaçõesmil bláblábláblá
Será que devo ser que nem um cavalo domesticado? Com aquelas coisas nos olhos que tampam a visão periférica e o mantém cavalgando em direção ao que vê? Acho que é caso.
E tem alguns sentimentos negativos acontecendo aqui no meu coração.
Vou fazer 23 anos, meu estágio não tem nada a ver com a minha personalidade e habilidades, meu curso talvez também não tenha. As pessoas desse curso definitivamente não tem (exceto umas 4 exceções). Não sei se é possível sonhar em ter um trabalho legal. Eu paguei pela viagem sem nenhuma ajuda de custo dos meus pais. Estou sem vontade de ficar com ninguém porque a minha cabeça está cheia de outras coisas. Já falei que vou fazer 23 anos?
Nessa viagem eu não pude deixar de notar que nós somos as 3 garotas que há 5 anos se odiavam loucamente e hoje nós somos as 3 best friends that anyone could have. Bonito, mas bizarro. Bizarro porque, assim como nossa inimizade, um monte de coisa foi deixada para trás: nossos professores amados, os chocolates da Munik, as melhores amigas da época, o variado leque de opções de futuro, o Sr. Street Dance, a mesada, o nosso estilo indefinido que não condizia com nossa personalidade. Oh my god!!! A gente não está mais no colegial!! Isso é bom, mas é bizarro. E agora eu vou voltar a ser desempregada e o meu tempo para pensar em "escolhas erradas vão me tornar infeliz" vai voltar.
e blábláblábláblá reclamaçõesmil bláblábláblá
Será que devo ser que nem um cavalo domesticado? Com aquelas coisas nos olhos que tampam a visão periférica e o mantém cavalgando em direção ao que vê? Acho que é caso.
sábado, 27 de março de 2010
My life without me

Ann: [off] This is you. Eyes closed, out in the rain. You never thought you'd be doing something like this, you never saw yourself as, I don't know how you'd describe it... It's like one of those people who like looking up at the moon, who spend hours gazing at the waves or the sunset or... I guess you know the kind of people I'm talking about. Maybe you don't. Anyway, you kind of like being like this, fighting the cold, feeling the water seep through your shirt and getting through your skin. And the feel of the ground growing soft beneath your feet. And the smell. And the sound of the rain hitting the leaves. All the things they talked about in the books you haven't read. This is you, who would have guessed it? You.
Yes Futuro , No Vida
Lembra quando a gente fazia cursinho e a nossa vida se resumia a estudar, estudar, estudar e estudar mais um pouco? Aí pensávamos com um sentimento reconfortante: "Um dia eu vou estar na faculdade, estudando matérias super legais, estagiando na minha área e tendo dinheiro para fazer várias coisas legais com os meus amigos".
Doce ilusão.
As matérias não são tão legais, o conceito de "minha área" é muito relativo, o dinheiro é bom o suficiente, mas não compensa e você só consegue fazer coisas legais com alguns dos seus amigos porque o tempo é bem escasso e aí tem que priorizar.
Fico pensando quando a gente se formar. Quais serão os próximos problemas??
Acho melhor eu esperar me formar para indagar sobre isso, não quero ver suicídios coletivos nesse blog.
Doce ilusão.
As matérias não são tão legais, o conceito de "minha área" é muito relativo, o dinheiro é bom o suficiente, mas não compensa e você só consegue fazer coisas legais com alguns dos seus amigos porque o tempo é bem escasso e aí tem que priorizar.
Fico pensando quando a gente se formar. Quais serão os próximos problemas??
Acho melhor eu esperar me formar para indagar sobre isso, não quero ver suicídios coletivos nesse blog.
cocks
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Vida Adulta
sábado, 30 de janeiro de 2010
Depois da tempestade vem a bonança
Depois de passar uns meses puta da vida, me sentindo uma bosta em diversos âmbitos, hoje de manhã eu acordei bem e mais leve. Não sei se foi a boa noite de sono, o salário de ontem ou um gatinho que eu avistei (falta saber se ele é solteiro) mas eu sinto que as coisas voltaram a ficar em ordem novamente. Pelo menos até as aulas voltarem...
Vou voltar a uma velha questão que sempre falamos aqui no blog.
Às vezes as pessoas cagam na nossa cara, porém ainda insatisfeitas elas vão e cagam um pouco mais. E é foda! Mas refletindo melhor sobre isso, faz todo sentido que tenha acontecido. Sabe por quê? Porque eu aguento! Eu aguento porque sou uma pessoa genuinamente legal, porque sou inteligente e focada, porque as pessoas riem comigo, algumas até riem de mim mas whatever e sabe de uma coisa? Eu sou feliz. Apesar de momentos de infelicidade, eu sou feliz!!
Agora, deixando esse momento autoafirmação de lado, o que eu quero dizer é que a gente não pode acreditar em tudo que a gente vê, porque algumas pessoas inventam para o mundo e para elas mesmas que elas estão ótimas, quando não estão. E se a gente parar para analisá-las com uma lupa, entenderemos por que e, pensando bem, eu quero mais é que elas se iludam, porque aguentar a realidade nua e crua é para poucos.
Mas vou dar uma dica para vocês que leem o nosso blog. Ilusão é para os fracos. Se vocês querem realmente se sentir bem com vocês mesmos, não vai ser se vestindo de mentiras e planos infundados que vai te ajudar a isso. Por exemplo, meu nariz é grande. Eu posso dizer para mim mesma que ele não é tão grande assim ou eu posso aceitar que ele é grande e fazer algo a respeito, uma plástica ou gostar dele, do jeitinho especial que ele é. Me senti a Paris Hilton filosofando. Hahahaha.
Pensem nisso.
Enfim, infelizmente tenho postado menos no blog. Não é porque coisas engraçadas não têm acontecido, mas é que eu fico cansada e esqueço depois. Hahahaha.
Vou voltar a uma velha questão que sempre falamos aqui no blog.
Às vezes as pessoas cagam na nossa cara, porém ainda insatisfeitas elas vão e cagam um pouco mais. E é foda! Mas refletindo melhor sobre isso, faz todo sentido que tenha acontecido. Sabe por quê? Porque eu aguento! Eu aguento porque sou uma pessoa genuinamente legal, porque sou inteligente e focada, porque as pessoas riem comigo, algumas até riem de mim mas whatever e sabe de uma coisa? Eu sou feliz. Apesar de momentos de infelicidade, eu sou feliz!!
Agora, deixando esse momento autoafirmação de lado, o que eu quero dizer é que a gente não pode acreditar em tudo que a gente vê, porque algumas pessoas inventam para o mundo e para elas mesmas que elas estão ótimas, quando não estão. E se a gente parar para analisá-las com uma lupa, entenderemos por que e, pensando bem, eu quero mais é que elas se iludam, porque aguentar a realidade nua e crua é para poucos.
Mas vou dar uma dica para vocês que leem o nosso blog. Ilusão é para os fracos. Se vocês querem realmente se sentir bem com vocês mesmos, não vai ser se vestindo de mentiras e planos infundados que vai te ajudar a isso. Por exemplo, meu nariz é grande. Eu posso dizer para mim mesma que ele não é tão grande assim ou eu posso aceitar que ele é grande e fazer algo a respeito, uma plástica ou gostar dele, do jeitinho especial que ele é. Me senti a Paris Hilton filosofando. Hahahaha.
Pensem nisso.
Enfim, infelizmente tenho postado menos no blog. Não é porque coisas engraçadas não têm acontecido, mas é que eu fico cansada e esqueço depois. Hahahaha.
cocks
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Ser conhecido ou reconhecido? Eis a questão.
Não entendo alguns conceitos de algumas pessoas. Como por exemplo, o de ser pop. Não entendo querer ser conhecido sem ser reconhecido. Acho que em certa altura da vida, não compensa mais ser "o fulano gente boa", mas tá na hora de virar o "fulano, ele faz não sei que lá e é tal tal de não sei da onde". Não sei se é porque eu sempre abominei aquelas garotas de blush em excesso no colégio que percorriam toda uma jornada para ser popular e a maioria só conseguia porque beijou o cicrano ou porque ficou bêbada na festa de não sei quem que foi sem ser convidada.
Cada um com os seus objetivos de vida, mas não consigo encaixar isso como suficiente na minha vida. Entendo que ser conhecido ajuda a ser reconhecido, mas é preciso fazer algo palpável para tal. Existem, também, aquelas questões de "ciclo da vida", por exemplo, há um tempo atrás eu fazia parte ativamente de um grupo para pessoas até 20 anos e era conhecida e reconhecida pelo meu trabalho nele, hoje as coisas mudaram e aquela fase passou. Ainda vejo muita gente com a minha idade e até mais velha correndo atrás desse reconhecimento ou fazendo sua manutenção. Mas passou. Com 22 anos e entrando na vida profissional, os objetivos são outros, o foco é outro. Tem que estudar, se especializar, correr atrás. Porque para cada coisa existe o seu momento, e se você perder esse momento, acabou. Não adianta ficar congelado nele porque o próprio nome já diz, congelado é estagnado.
Não dá pra desistir, por mais difícil que seja imaginar como sua casa vai ficar quando pronta, tem que ir colocando os tijolinhos, montando uma fundação firme. De maneira pensada, calculada, mesmo que seja só por estimativa. Impossível 100% de certeza e viver sempre foi um risco mesmo.
Cada um com os seus objetivos de vida, mas não consigo encaixar isso como suficiente na minha vida. Entendo que ser conhecido ajuda a ser reconhecido, mas é preciso fazer algo palpável para tal. Existem, também, aquelas questões de "ciclo da vida", por exemplo, há um tempo atrás eu fazia parte ativamente de um grupo para pessoas até 20 anos e era conhecida e reconhecida pelo meu trabalho nele, hoje as coisas mudaram e aquela fase passou. Ainda vejo muita gente com a minha idade e até mais velha correndo atrás desse reconhecimento ou fazendo sua manutenção. Mas passou. Com 22 anos e entrando na vida profissional, os objetivos são outros, o foco é outro. Tem que estudar, se especializar, correr atrás. Porque para cada coisa existe o seu momento, e se você perder esse momento, acabou. Não adianta ficar congelado nele porque o próprio nome já diz, congelado é estagnado.
Não dá pra desistir, por mais difícil que seja imaginar como sua casa vai ficar quando pronta, tem que ir colocando os tijolinhos, montando uma fundação firme. De maneira pensada, calculada, mesmo que seja só por estimativa. Impossível 100% de certeza e viver sempre foi um risco mesmo.
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sr. SuperAmigo
Ao Sr. SuperAmigo,
Não é pela carona, não é pela minha vaidade, não é pela minha maluquice. Mas de tantos amigos homens que eu tive, só você conseguiu entender o que isso significa. E eu quero dizer que você é uma das razões de eu não ter desistido de tudo nesse semestre e nessa vida.
É uma prazer ser sua namorada acadêmica.
=)
Não é pela carona, não é pela minha vaidade, não é pela minha maluquice. Mas de tantos amigos homens que eu tive, só você conseguiu entender o que isso significa. E eu quero dizer que você é uma das razões de eu não ter desistido de tudo nesse semestre e nessa vida.
É uma prazer ser sua namorada acadêmica.
=)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Felicidade Incontida
Sabe aqueles dias que você tá mega feliz e nao sabe por que? Tudo o que você sabe é que seria incrível andar pela rua cantando paras as pessoas "viveeeeer e não ter a vergonha de ser feliz, vamo lá, cantar e cantar e cantar...".
Mas por algum motivo as pessoas ficam chatas e reclamando quando eu tô nesses dias. E eu cheguei a uma conclusão, as pessoas não são felizes então elas não sabem lidar com as pessoas que estão nesse estado de espírito.
Mas vamos lá pessoal!! Cantem e sambem, vocês merecem.
Mas por algum motivo as pessoas ficam chatas e reclamando quando eu tô nesses dias. E eu cheguei a uma conclusão, as pessoas não são felizes então elas não sabem lidar com as pessoas que estão nesse estado de espírito.
Mas vamos lá pessoal!! Cantem e sambem, vocês merecem.
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Se tudo que você faz dá errado...
FAÇA O OPOSTO! Vamos aprender com nossos seriados preferidos?
Aqui vai um episódio muito especial de Seinfeld. George Costanza percebe que todas as decisões tomadas ao longo de sua vida foram erradas e decide fazer o oposto de tudo que normalmente faria. Vamos acompanhar:
Aqui vai um episódio muito especial de Seinfeld. George Costanza percebe que todas as decisões tomadas ao longo de sua vida foram erradas e decide fazer o oposto de tudo que normalmente faria. Vamos acompanhar:
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Diamond in the rough
De vez em quando, apostamos nas pessoas erradas. É verdade, não tem jeito: a gente não acerta sempre. Mas tudo bem, porque quando chega aquele momento especial, parece que tudo valeu a pena.
Não sei se é só comigo, mas eu sempre ouço coisas do tipo "não sei como você é amiga do fulano". É fato que eu dou chance demais pras pessoas. Mas há momentos em que vem aquela confirmação, um calor enorme, o tapinha nas costas de quem fez a coisa certa.
E foi isso que eu senti esses dias, sentada no meio da minha rua, com a cabeça deitada no ombro do Helton.
Um beijo especial pra você, uma pessoa muito especial que mora no meu coração.
*Já que ninguém entende minhas sutilezas, o título é uma referência a Aladdin. E o significado disso só ele vai entender.
Não sei se é só comigo, mas eu sempre ouço coisas do tipo "não sei como você é amiga do fulano". É fato que eu dou chance demais pras pessoas. Mas há momentos em que vem aquela confirmação, um calor enorme, o tapinha nas costas de quem fez a coisa certa.
E foi isso que eu senti esses dias, sentada no meio da minha rua, com a cabeça deitada no ombro do Helton.
Um beijo especial pra você, uma pessoa muito especial que mora no meu coração.
*Já que ninguém entende minhas sutilezas, o título é uma referência a Aladdin. E o significado disso só ele vai entender.
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domingo, 13 de setembro de 2009
Times New Roman
Uma quinta-feira pode começar muito mal e terminar nas nuvens, na aurora do seguinte. Aquele colega não significava nada antes, mas hoje você limpa o vômito da camisa listrada dele com papel higiênico. Teve uma paixão avassaladora quando criança, mas quando cresceu e pôde concretizá-la, não a quis mais. Aquele amigo virou amigão. Aquele amigão já não é mais nada. Uma pessoa que nunca te atraiu estrelou na fantasia de ontem à noite.
As ideias se metamorfoseiam, amadurecem. As opiniões mudam. Uma coisa importantíssima hoje pode não ser mais amanhã. E agora, pra mim e pros outros imediatistas desse nosso Brasil: antes de nos desesperarmos, vamos lembrar que nos adaptamos a quase tudo e que temos um poder de superação enorme.
Pra comemorar a passagem do tempo, posto aqui a clássica propaganda da Poupança Bamerindus (que mora no meu coração) e a versão do Jamie Cullum de "What a Difference a Day Made", interpretada originalmente pela Dinah Washington.
As ideias se metamorfoseiam, amadurecem. As opiniões mudam. Uma coisa importantíssima hoje pode não ser mais amanhã. E agora, pra mim e pros outros imediatistas desse nosso Brasil: antes de nos desesperarmos, vamos lembrar que nos adaptamos a quase tudo e que temos um poder de superação enorme.
Pra comemorar a passagem do tempo, posto aqui a clássica propaganda da Poupança Bamerindus (que mora no meu coração) e a versão do Jamie Cullum de "What a Difference a Day Made", interpretada originalmente pela Dinah Washington.
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