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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ai que susto.

Pouco importa, a vida é essa, tá feita, jogada, aí, para todo mundo ver, sem dedos e unhas, palavrões e MUITA cara de sono. Se joga, acabou para você.
Toma, toooma! na cara de preferência, vê, acorda e cai, cai da cama e corre, você já está atrasada.
O tempo é esse e longo, longo caminho a percorrer, já sei, parou, sabia. De você pouco espero, espero nada, nada de nada.
Foda-se

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Prazer, Junia.

Agora o CockandTales tem uma nova integrante, não tão engraçada nem dedicada como as antigas integrantes, mas com muita vontade de escrever.
Saudades.

Memorando

Venho por meio deste comunicar às bolas de feno e às moscas a entrada de Junia, a mais nova integrante deste esplêndido blog. Ela, que por muitos anos caminhou ao nosso lado, trilhará agora este árduo caminho das pedras que é ter um blog e escrever besteiras nele. Espero que ela siga nossa linha (ainda que aparentemente não tenhamos uma) e aprenda, de uma vez por todas, qual é o endereço do site.

Câmbio e desligo.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Sunrise, Sunset

Fui assistir a Sex and the City 2 hoje, com a Tchela e a Junia (the two best friends that anyone could have). E uma grande questão do filme é o conceito de casamento. Não quero falar do filme, até mesmo porque não quero estragar para quem não o viu, mas quero trazer à tona algumas questões referentes a casamento.

Desde de pequenas, eu e a maioria das meninas olhamos para papai e mamãe, titio e titia, vovô e vovó (mesmo que eles dormissem em quartos separados) como o futuro que nos espera. Então pegávamos nossa bonequinha, as panelas e as xícaras e conversávamos com o nosso marido imaginário sobre o que ele queria jantar, como tinha sido o dia no trabalho e reclamávamos que ele não ajudava a cuidar da nossa filha e que estávamos cansadas de todo o trabalho doméstico. E que não, ele não pode sair com os amigos. Não contentes, vemos filmes românticos com pedidos de casamento incríveis e cerimônias perfeitas e já começamos a idealizar nosso vestido ideal, enfeites de mesa, cabelo preso ou solto e, é claro, nosso príncipe.

Também não quero falar desse príncipe irreal que imaginamos a nossa vida inteira, mas quero falar do relacionamento ideal. Duas pessoas juntas, convivendo e contando uma com a outra e como isso é pesado. Foram 7 anos de muita briga e términos para que eu, a Junia e a Tchela conseguíssemos chegar ao nível de amor e cumplicidade que temos uma com a outra hoje; imagine se a gente transasse. Ao longo desses anos, eu descobri também que a gente não pode ser muito exigente, que as pessoas são diferentes e cada um tem os seus próprios valores. No entanto, não faz sentido entrar uma relação com gente que não tem nada a ver, porque trabalhar a relação não é trabalhar a pessoa com quem você está, mas trabalhar a maneira que vocês interagem.

Sei lá, mas morro de medo de completar 30 anos de casada e ficar reclamando do meu marido. As pessoas mudam, mas não tanto assim. Se hoje ele não conversa com você, será que conversava antes? P.s.: Conversar sobre filhos não conta. Eu não entendo muito bem o que as pessoas ao meu redor esperam de um relacionamento - uma vez que tem um monte de namoros bizarros acontecendo -, só sei que eu me propus a ter muita calma nessa hora e não me contentar mais com pessoas que não fazem sentido, mesmo que eu surte de carência.

Agora vem a resposta que prometi sobre o post da Tchela Insistir no erro é burriçe? Sim! É burrice. Na verdade, foi burrice. Porque por mais que a gente aprenda com os erros e blablabla, uma coisa é errar perante o desconhecido e outra coisa é errar por escolher permanecer em uma relação que não te supre em diversas maneira e até te faz mal, criando a ilusão de que aquelas coisas ruins não estão acontecendo ou que não são tão ruins assim.

Anyways...

Enquanto meu príncipe não chega e nem meu casamento ideal, vou ficar ouvindo Sunrise, Sunset.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Happy birthday, Mr. President


*Para Junia, uma das versões que eu e a Pau gostamos de cantar

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Seria eu um adulto?

Acabei de voltar de uma fucking amazing trip com minhas duas best friends that anyone could have.

E tem alguns sentimentos negativos acontecendo aqui no meu coração.

Vou fazer 23 anos, meu estágio não tem nada a ver com a minha personalidade e habilidades, meu curso talvez também não tenha. As pessoas desse curso definitivamente não tem (exceto umas 4 exceções). Não sei se é possível sonhar em ter um trabalho legal. Eu paguei pela viagem sem nenhuma ajuda de custo dos meus pais. Estou sem vontade de ficar com ninguém porque a minha cabeça está cheia de outras coisas. Já falei que vou fazer 23 anos?

Nessa viagem eu não pude deixar de notar que nós somos as 3 garotas que há 5 anos se odiavam loucamente e hoje nós somos as 3 best friends that anyone could have. Bonito, mas bizarro. Bizarro porque, assim como nossa inimizade, um monte de coisa foi deixada para trás: nossos professores amados, os chocolates da Munik, as melhores amigas da época, o variado leque de opções de futuro, o Sr. Street Dance, a mesada, o nosso estilo indefinido que não condizia com nossa personalidade. Oh my god!!! A gente não está mais no colegial!! Isso é bom, mas é bizarro. E agora eu vou voltar a ser desempregada e o meu tempo para pensar em "escolhas erradas vão me tornar infeliz" vai voltar.


e blábláblábláblá reclamaçõesmil bláblábláblá

Será que devo ser que nem um cavalo domesticado? Com aquelas coisas nos olhos que tampam a visão periférica e o mantém cavalgando em direção ao que vê? Acho que é caso.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Numerologia

zero homens
1 estágio
2 salários
1 pancinha (talvez 3...)
1 metade de maçã esquecida na minha bolsa
1 declaração de amor pra Junia
escutando Te Amo da Rihanna umas 1000 vezes
8 horas de trabalho

47% de possibilidades de me sentir satisfeita, mas somente após comprar sapatos e blusinhas no fim de semana

domingo, 6 de dezembro de 2009

O Oscar de "A otária mais paciente do mundo" vai para...

MIM!!!!!

Oh my God!! Eu não estava esperando por isso. Uau. Obrigada, obrigada. Uau. Bom, eu só queria agradecer aos meus pais por terem me dado o exemplo de super se esforçar em uma relação. À minha psicóloga que sempre me mandou aguentar mais um pouquinho. À Tchela e à Junia por me incentivarem a viver e a me apaixonar depois de uma época de trevas na minha vida. Ao Sr. Auditor por nunca ter retornado minhas ligações. Ao Sr. PP por ser burro que nem uma porta. E a mim mesma, por nunca, lá no fundo, ter deixado de acreditar que "com esse seria diferente". Obrigada EU. Ah! Quase ia me esquecendo, agradeço a todas as pessoas limitadas desse planeta, principalmente porque, dependendo delas, estaremos mortos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Quando You do your BEST

As vezes, na vida, você está lá vivendo e fazendo o seu melhor. O melhor para você e para os outros, não necessariamente por amor ou pela alegria de viver, mas porque realmente não passa pela sua cabeça fazer outra coisa. Às vezes nesses momentos algumas questões te aflingem, questões importantes mas que na hora não parecem precisar de respostas imediatas, porque afinal de contas você está muito ocupada fazendo o seu melhor.

Só que infelizmente o seu melhor não depende exclusivamente de você quando as questões importantes da sua vida estão sendo deixadas de lado. É como se você estivesse em uma corda bamba que cada ponta é segurada por algo/alguém e para continuar mantendo o equilíbrio existem duas paredes ao seu lado impedindo o vento de bater e te derrubar. Ao mesmo tempo que você não cai, também não vê o que está ao seu redor e também fica dependendo de outras coisas/pessoas para que você não caia e morra, ou então bata a cabeça e entre em coma.

Há 4 anos atrás eu comecei a tentar me equilibrar em uma corda bamba desse tipo, as coisas/pessoas que seguravam ela iam mudando, mas de alguma forma eu não caia. Até que há 1 ano atrás uma das pontas foi ficando solta (carreira) e a outra passou para a mão de alguém que não tinha nada a ver para está ali segurando a minha corda bamba. A pessoa rapidamente quando viu a pressão que era, soltou a corda o mais rápido possível e assim a outra ponta foi junto.

Resultado: Caí, bati a cabeça e entrei em coma.

O que foi ótimo (não na época), mas só assim pude ver o que tinha por trás do muro. E agora estou fazendo o meu verdadeiro melhor, em terra firme, com uma bela paisagem e sem depender de nada/ninguém para me equilibrar a minha vida e o meu destino, porque afinal de contas isso é uma responsabilidade minha e só minha.

E as questões? Não vou mentir, elas realmente me fazem perder o equilíbrio, mas cada vez que eu respondo uma, vou me encontrando e me mantendo de pé.


Pense nisso.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lascado e Fudido

Era uma vez 3 amigas, que de tão amigas pegaram uma virose e ficaram doentes. No mesmo dia, na mesma hora, e para 2 delas no mesmo hospital.


Tomaram sorinho e viveram felizes para sempre.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Pesado minha gente!!

Folha de São Paulo - Ilustrada - Domingo, 3 de maio de 2009



É Material.
É Produtivo.
Dá pra vender, comprar e consumir!!!!!!
E Serve para muitas coisas.


Pra você Junia!!

PS: adorei a vaquinha perguntando. =)