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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Como fazer (mal) um simples trabalho de faculdade em 5 horas
Tarefa: fazer análises críticas de dois textos
Tempo: cinco horas
20h - 21h: demore uma hora pra chegar em casa
21h - 22h30: tenha um colapso nervoso e chore muito
22h30 - 23h: veja sites e vídeos idiotas para se animar
23h - 0h: converse com sua amiga sobre os problemas
0h - 0h20: termine de ver aquele episódio de The New Adventures of Old Christine que ficou pausado quando sua amiga ligou
0h20: hora de começar a fazer o trabalho
0h25: hora de começar a fazer o trabalho
0h30 - 1h: Um texto você já leu. Veja as partes grifadas e escreva o que você lembra de ter pensado sobre isso. Não releia. Parta para o próximo texto, deste você leu apenas 1/3. Introduza o assunto falando sobre a introdução do autor e, como você não leu o resto, insira sua opinião viajada logo em seguida. Folheie as páginas e leia rapidamente alguns parágrafos que começam com "Isto é", "Portanto", "Podemos entender que" etc. Isso não ajudou nada, então continue dando sua opinião. Uma dica: antes de começar a escrever, mude a fonte para Tahoma 12. Assim que você completar uma página, contando com cabeçalho, sinta-se realizado. Pronto, seu trabalho terminou e você pode ir dormir para amanhã continuar sua rotina de merda.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Biografia
Tenho lido várias biografias na internet e me deu vontade de ter uma também. Aqui vai.
Paula nasceu em 19 de agosto de 1987, na cidade de Recife - PE. Aos dois anos de idade sua família se mudou para o Rio de Janeiro (Corte), onde ficaria até seus incompletos 10 anos quando se mudou para São Paulo. Desde pequena possuía uma criatividade fora do comum. Seus talentos consistiam em artes plásticas, dança, gastronomia, engenharia e literatura. Organizava festivais de dança onde além de se apresentar com coreografias de sua autoria, recebia os convidados e servia cafés e chás imaginários, em mini xícaras pink, entre uma performance e outra. Aos 7 anos de idade, enquanto trabalhava como secretária para um chefe imaginário, desenvolveu uma máquina cheia de botões que a auxiliava nas atividades da empresa. Essa invenção deixou seu pai tão impressionado que proferiu a seguinte frase "Paula vai ser arquiteta, olha como é criativa". Paula não entendeu muito bem o que aquilo queria dizer, imaginou se teria que ficar desenhando botões em caixas de sapato pelo resto da vida. Outro talento era para o xadrez, era uma excelente jogadora nata, sempre ganhava as partidas que disputava com seu avô. Nata porque suas decisões de jogo eram totalmente instintivas e sempre as levavam para a vitória. Suspeita-se que é um conhecimento que seu espírito armazenou de vidas passadas. Como vocês podem imaginar o mundo não é o lugar ideal para uma criança prodígio e durante a adolescência e começo da vida adulta Paula enfrentou diversos obstáculos para expandir sua arte e se encaixar socialmente. Aqui vão os grandes acontecimentos da vida de Paula:
19 anos - Entra e abandona a faculdade de Ciências Sociais
20 anos - Inicia a faculdade de economia
21 anos - Cria junto com sua melhor amiga o blog Cock and Tales
22 anos - Decide se preparar para uma segunda graduação
23 anos - Surta
24 anos - É acolhida e estudada pelo psiquiatra alemão Dr. Krazynutss, especialista em pessoas que tentam ser felizes sem mentir para si mesmas na sociedade capitalista.
26 anos - Recebe alta e vai morar com freiras lésbicas no convento de Santa Clara Clareou. Trabalha com crianças debilitadas com síndrome de esquecimento constante. Suas atividades consistem em plantar feijões em potes de danone e criar chocalhos com arroz e copo descartável. Todos os dias!
29 anos - Ganha o Prêmio Nobel do meio ambiente pois plantou tantos feijões que salvou o mundo do aquecimento global.
33 anos - Morre virgem, com a mesma idade de Cristo. 5 anos depois é canonizada Santa Paula, padroeira dos feijões molhados em algodão plantados em copos de danone. Crianças de 3 a 6 anos peregrinam nos parquinhos da escola pedindo inconscientemente suas bençãos.
Paula nasceu em 19 de agosto de 1987, na cidade de Recife - PE. Aos dois anos de idade sua família se mudou para o Rio de Janeiro (Corte), onde ficaria até seus incompletos 10 anos quando se mudou para São Paulo. Desde pequena possuía uma criatividade fora do comum. Seus talentos consistiam em artes plásticas, dança, gastronomia, engenharia e literatura. Organizava festivais de dança onde além de se apresentar com coreografias de sua autoria, recebia os convidados e servia cafés e chás imaginários, em mini xícaras pink, entre uma performance e outra. Aos 7 anos de idade, enquanto trabalhava como secretária para um chefe imaginário, desenvolveu uma máquina cheia de botões que a auxiliava nas atividades da empresa. Essa invenção deixou seu pai tão impressionado que proferiu a seguinte frase "Paula vai ser arquiteta, olha como é criativa". Paula não entendeu muito bem o que aquilo queria dizer, imaginou se teria que ficar desenhando botões em caixas de sapato pelo resto da vida. Outro talento era para o xadrez, era uma excelente jogadora nata, sempre ganhava as partidas que disputava com seu avô. Nata porque suas decisões de jogo eram totalmente instintivas e sempre as levavam para a vitória. Suspeita-se que é um conhecimento que seu espírito armazenou de vidas passadas. Como vocês podem imaginar o mundo não é o lugar ideal para uma criança prodígio e durante a adolescência e começo da vida adulta Paula enfrentou diversos obstáculos para expandir sua arte e se encaixar socialmente. Aqui vão os grandes acontecimentos da vida de Paula:
19 anos - Entra e abandona a faculdade de Ciências Sociais
20 anos - Inicia a faculdade de economia
21 anos - Cria junto com sua melhor amiga o blog Cock and Tales
22 anos - Decide se preparar para uma segunda graduação
23 anos - Surta
24 anos - É acolhida e estudada pelo psiquiatra alemão Dr. Krazynutss, especialista em pessoas que tentam ser felizes sem mentir para si mesmas na sociedade capitalista.
26 anos - Recebe alta e vai morar com freiras lésbicas no convento de Santa Clara Clareou. Trabalha com crianças debilitadas com síndrome de esquecimento constante. Suas atividades consistem em plantar feijões em potes de danone e criar chocalhos com arroz e copo descartável. Todos os dias!
29 anos - Ganha o Prêmio Nobel do meio ambiente pois plantou tantos feijões que salvou o mundo do aquecimento global.
33 anos - Morre virgem, com a mesma idade de Cristo. 5 anos depois é canonizada Santa Paula, padroeira dos feijões molhados em algodão plantados em copos de danone. Crianças de 3 a 6 anos peregrinam nos parquinhos da escola pedindo inconscientemente suas bençãos.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
"Ele vai bem escondido, só que todo mundo viu...
Ele entrando na farmácia pra tomar bezetacil."
Dor. Fica a dica!
Dor. Fica a dica!
cocks
merda
domingo, 13 de junho de 2010
Day after das festas
Super me identifiquei. Beijo.
cocks
aprendizado,
balada,
faculdade,
memória,
merda
terça-feira, 1 de junho de 2010
"Você tem um corpo interessante"
Conversando com o meu amigo, o Sr. "Fulano tá fácil", sobre não transar se não estou depilada, escuto um "que pena, você tem um corpo interessante". WHAT? O que isso significa? Que sou gostosa? Que sou gordinha, mas ajeitada? Que quero te elogiar, mas também não vou mentir?
Ao questioná-lo, ele explicou que não quer elogiar para não ficar especulando o mercado e isto me remete a um ponto muito importante: por que a arte da sedução se baseia em falsos argumentos? Às vezes os homens preparam toda uma estratégia para conquistar alguém, elogiar mas sem elogiar, dizer o que eu quero sem dizer o que eu quero. E aí a gente tem que reunir todas as amigas para ficar tentando decifrar esse negócio e no fim chegar a conclusões absurdas e improváveis. É o telefone sem fio do coração. O coração/pinto diz algo para o cérebro, que por sua vez manda outra informação pra boca, esta vai e fala algo que os nossos ouvidos ouvem e mandam para o cérebro avaliar; este não entende muito bem e repassa para o coração, que entende aquilo da maneira mais conveniente possível.
Enfim... vamos deixar esses jogos psicológicos de lado e falar a verdade, mesmo que doa! É melhor do que iludir o outro ou até mesmo se iludir.
Explicação na íntegra da frase "você tem um corpo interessante":
Sr. "Fulano tá fácil": "se eu dissesse que você é gostosa, iria gerar especulação no mercado e os seus ativos ficariam mais caros. Se eu falo que você é interessante, significa que você pode ou não ser um ativo que gerará bons dividendos."
Ao questioná-lo, ele explicou que não quer elogiar para não ficar especulando o mercado e isto me remete a um ponto muito importante: por que a arte da sedução se baseia em falsos argumentos? Às vezes os homens preparam toda uma estratégia para conquistar alguém, elogiar mas sem elogiar, dizer o que eu quero sem dizer o que eu quero. E aí a gente tem que reunir todas as amigas para ficar tentando decifrar esse negócio e no fim chegar a conclusões absurdas e improváveis. É o telefone sem fio do coração. O coração/pinto diz algo para o cérebro, que por sua vez manda outra informação pra boca, esta vai e fala algo que os nossos ouvidos ouvem e mandam para o cérebro avaliar; este não entende muito bem e repassa para o coração, que entende aquilo da maneira mais conveniente possível.
Enfim... vamos deixar esses jogos psicológicos de lado e falar a verdade, mesmo que doa! É melhor do que iludir o outro ou até mesmo se iludir.
Explicação na íntegra da frase "você tem um corpo interessante":
Sr. "Fulano tá fácil": "se eu dissesse que você é gostosa, iria gerar especulação no mercado e os seus ativos ficariam mais caros. Se eu falo que você é interessante, significa que você pode ou não ser um ativo que gerará bons dividendos."
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 14 de março de 2010
Oi
Oi, Oi,
muito obrigada por me fazer perder tempo com seu serviço de merda. Meu desejo mais ardente era, realmente, o de pegar chuva para ir até sua loja, que nada pode fazer pelos erros grotescos das contas ridículas e descaradas que vocês me enviam.
Simples assim.
Beijos sinceros e abraços calorosos,
Marcela.

cocks
eu mereço,
i don't think so,
merda,
não me canso
sábado, 13 de março de 2010
Gente,
esse blog é uma vergonha. E sabe? Se houvesse tempo pra postar, eu provavelmente não escreveria nada, pois estou ocupada demais pensando se vou me inscrever para o torneio mundial de insegurança.
Abraços calorosos.
cocks
blog,
insegurança,
merda
sábado, 28 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Números de hoje
10 é o número de peixes no Happy Aquarium
2 são os níveis que faltam para eu ganhar um aquário maior
0 é o número da vagas de estágio na NUBE
5 é a nota que tenho na carteira
12% é a minha vontade de trabalhar hoje
2 são os níveis que faltam para eu ganhar um aquário maior
0 é o número da vagas de estágio na NUBE
5 é a nota que tenho na carteira
12% é a minha vontade de trabalhar hoje
domingo, 15 de novembro de 2009
Decisões
Que tal não tomá-las? Sério.
Queria ter cinco anos de idade neste momento.
Queria ter cinco anos de idade neste momento.
cocks
amizade,
maturidade,
merda,
perguntas da vida,
relacionamento
terça-feira, 10 de novembro de 2009
O que é do homem, o bicho não come
O que é seu está guardado.

É isso aí, não mova uma palha pra fazer as coisas acontecerem. Vai dar tudo certo, não é?
Preocupar-se demais não leva a nada além de dor de cabeça, ok, mas chegar no ponto a que alguns motherfuckers chegam é pesado.
Que o bicho coma e vocês se fodam. Merry Christmas and a Crappy New Year!

É isso aí, não mova uma palha pra fazer as coisas acontecerem. Vai dar tudo certo, não é?
Preocupar-se demais não leva a nada além de dor de cabeça, ok, mas chegar no ponto a que alguns motherfuckers chegam é pesado.
Que o bicho coma e vocês se fodam. Merry Christmas and a Crappy New Year!
cocks
amizade,
homens,
merda,
pesado,
relacionamento
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
O almoço
“Menina, estou que nem você”, disse ela à amiga, “levei bolo de um nerds gordinho!”. E as duas riram no banco de trás do Fox preto, que rumava a uma balada na Augusta. “Bem-vinda ao meu mundo”, respondeu a outra, ainda visivelmente amargurada.
A dona da bota contou, então, o ocorrido: o dito cujo apareceu como convidado na república dela, onde mora com amigas. Ele não é atraente, ou como ela mesma definiu, “não é aquele cara que dá vontade de jogar na parede, é mais pra dormir de conchinha”. Pois bem, a falta de atração foi relevada em nome de um bem maior (a possibilidade de uma dormida agradável) e eles ficaram.
Certo tempo depois, o candidato à conchinha retornou à casa das sete mulheres e despertou o interesse da protagonista com demonstrações de sensibilidade e inteligência. Os dois riram, conversaram, se beijaram e saíram para dançar. Ao acompanhar a dama de volta a casa, como faria um bom gentleman (também porque ele mora na mesma rua), o menino branquinho e rechonchudo fez uma série de planos. Almoçariam na sexta-feira (ainda era terça), assistiriam a um filme no sábado. Até aí, o garoto “foi um fofo”.
Eis o momento da reviravolta: nossa heroína teve uma péssima quinta-feira e matutou a brilhante ideia de melhorá-lo ao deixar um bilhetinho na portaria do prédio do nerdzinho (ela adora dar cartinhas a homens). “Escrevi sobre nosso almoço, deixei meu telefone, barari barará [versão dela para “bla bla bla”]. Daí, na sexta, fiz as compras, arrumei a casa, cozinhei e nada do vizinho gordinho. Menina, fiquei irada”, contou ela, arregalando os olhos.
Então o cara sumiu e fim de papo? Há! É lógico que não. Sempre há um jeito de se afundar ainda mais na merda, não? E foi com base nesse pressuposto que mais uma cartinha foi deixada na portaria do conchinha-nunca-mais: “Gostaria de pensar que você não recebeu meu bilhete anterior. Olha, até onde eu sei, quando um convite é feito, ele pode ser aceito ou recusado. Você não precisa almoçar comigo, mas acho que, no mínimo, poderia me avisar”. Ela foi sincera e estava certa no que disse.
Mas se a primeira mensagem não pegou bem, essa tampouco. O vizinho-ligeiramente-acima-do-peso continuou sumido e foi assim que terminou a história. “Já não tinha curtido ele logo de cara, sabe? Pra ELE me dispensar? Como assim?”, indignou-se. “EU SEI, EU SEEEEI!”, gritou a amiga-com-o-ego-ferido, “EU. SEI.”
A dona da bota contou, então, o ocorrido: o dito cujo apareceu como convidado na república dela, onde mora com amigas. Ele não é atraente, ou como ela mesma definiu, “não é aquele cara que dá vontade de jogar na parede, é mais pra dormir de conchinha”. Pois bem, a falta de atração foi relevada em nome de um bem maior (a possibilidade de uma dormida agradável) e eles ficaram.
Certo tempo depois, o candidato à conchinha retornou à casa das sete mulheres e despertou o interesse da protagonista com demonstrações de sensibilidade e inteligência. Os dois riram, conversaram, se beijaram e saíram para dançar. Ao acompanhar a dama de volta a casa, como faria um bom gentleman (também porque ele mora na mesma rua), o menino branquinho e rechonchudo fez uma série de planos. Almoçariam na sexta-feira (ainda era terça), assistiriam a um filme no sábado. Até aí, o garoto “foi um fofo”.
Eis o momento da reviravolta: nossa heroína teve uma péssima quinta-feira e matutou a brilhante ideia de melhorá-lo ao deixar um bilhetinho na portaria do prédio do nerdzinho (ela adora dar cartinhas a homens). “Escrevi sobre nosso almoço, deixei meu telefone, barari barará [versão dela para “bla bla bla”]. Daí, na sexta, fiz as compras, arrumei a casa, cozinhei e nada do vizinho gordinho. Menina, fiquei irada”, contou ela, arregalando os olhos.
Então o cara sumiu e fim de papo? Há! É lógico que não. Sempre há um jeito de se afundar ainda mais na merda, não? E foi com base nesse pressuposto que mais uma cartinha foi deixada na portaria do conchinha-nunca-mais: “Gostaria de pensar que você não recebeu meu bilhete anterior. Olha, até onde eu sei, quando um convite é feito, ele pode ser aceito ou recusado. Você não precisa almoçar comigo, mas acho que, no mínimo, poderia me avisar”. Ela foi sincera e estava certa no que disse.
Mas se a primeira mensagem não pegou bem, essa tampouco. O vizinho-ligeiramente-acima-do-peso continuou sumido e foi assim que terminou a história. “Já não tinha curtido ele logo de cara, sabe? Pra ELE me dispensar? Como assim?”, indignou-se. “EU SEI, EU SEEEEI!”, gritou a amiga-com-o-ego-ferido, “EU. SEI.”
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tales
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Ei, se perdoe.
Hoje uma amiga minha estava bem deprê e, quando a indaguei sobre o porquê, ela mal terminou de contar o motivo e já emendou um "mas tudo bem, eu é que não deveria estar assim" e outro "mas tudo bem, porque isso só passa com ação e eu não estou agindo". Ok. Vamos por partes.
Primeiramente, ela tentou colocar um ponto final no assunto para não ficar se lamentando, porque isso “cansa as pessoas”. Olha, pode até cansar, mas oi? um amigo de verdade não se importa com essas coisas.
Depois, tem a questão do “eu não deveria estar assim”. Olha, sinceramente, não é assim que as coisas funcionam. Pro fulano, seu problema pode ser idiota, mas foi ele que viveu a sua vida, adquiriu suas experiências, traumas, histórias que te fizeram quem você é? E valorizar o que você valoriza? Não. A opinião do próximo não invalida sua dor.
A ainda vou além: tem horas que identificamos os problemas, sabemos como resolvê-los e tudo mais, mas simplesmente NÃO CONSEGUIMOS. Não é possível se mexer, por algum motivo bem pessoal e íntimo. And it’s ok. Nós temos nossos momentos. Às vezes, falta uma coisinha diferente dita por alguém que te dá um estalo, ou presenciar um fato que te impulsiona. Não sei.
O que eu sei (e não consigo aplicar a mim) é o seguinte: temos que ser menos duros com nós mesmos (em alguns casos, MAIS duros, mas isso é outro assunto). Os dias vão ser desiguais, ora tristes, ora felizes. E temos que aceitar isso. Vamos sim ficar derrubados e infelizes grande parte do tempo, mas, na minha experiência, isso proporciona vários outros momentos especiais: descobrir um novo amigo, ouvir um conselho diferente, rir de repente com alguém inesperado, ter um spark com alguém inusitado. Ficar mal não é errado. Se perdoe.
Primeiramente, ela tentou colocar um ponto final no assunto para não ficar se lamentando, porque isso “cansa as pessoas”. Olha, pode até cansar, mas oi? um amigo de verdade não se importa com essas coisas.
Depois, tem a questão do “eu não deveria estar assim”. Olha, sinceramente, não é assim que as coisas funcionam. Pro fulano, seu problema pode ser idiota, mas foi ele que viveu a sua vida, adquiriu suas experiências, traumas, histórias que te fizeram quem você é? E valorizar o que você valoriza? Não. A opinião do próximo não invalida sua dor.
A ainda vou além: tem horas que identificamos os problemas, sabemos como resolvê-los e tudo mais, mas simplesmente NÃO CONSEGUIMOS. Não é possível se mexer, por algum motivo bem pessoal e íntimo. And it’s ok. Nós temos nossos momentos. Às vezes, falta uma coisinha diferente dita por alguém que te dá um estalo, ou presenciar um fato que te impulsiona. Não sei.
O que eu sei (e não consigo aplicar a mim) é o seguinte: temos que ser menos duros com nós mesmos (em alguns casos, MAIS duros, mas isso é outro assunto). Os dias vão ser desiguais, ora tristes, ora felizes. E temos que aceitar isso. Vamos sim ficar derrubados e infelizes grande parte do tempo, mas, na minha experiência, isso proporciona vários outros momentos especiais: descobrir um novo amigo, ouvir um conselho diferente, rir de repente com alguém inesperado, ter um spark com alguém inusitado. Ficar mal não é errado. Se perdoe.
cocks
amizade,
aprendizado,
autoajuda,
ciclo da vida,
merda,
ponto de vista
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Post Pornô
Ok, a Tchela está em provas e ela pediu para eu postar alguma coisa pornô hoje no Blog.
Vamos lá...
Pornô...Pornô. Pornô?
Putz...Muita pressão sem preliminares.
Ok, posso tentar fazer alguma associação com eventos atuais. Mas eu não quero.
Ai..desencana
Vamos lá...
Pornô...Pornô. Pornô?
Putz...Muita pressão sem preliminares.
Ok, posso tentar fazer alguma associação com eventos atuais. Mas eu não quero.
Ai..desencana
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Jogo do Bicho
Nunca me esqueço quando eu era pequena e ia com a minha vó jogar no bicho. Era uma salinha sem janelas com uma lâmpada amarela presa em um fio solto no teto. As paredes estavam preenchidas com recortes de mulheres nuas, devia ter uns 7 ou 8 anos e cada vez que eu ia lá, aquelas vaginas ficavam olhando pra mim e eu ficava firmemente olhando para o chão e evitando ao máximo olhar para aquelas vaginas. Não era por achar errado, mas era vergonha de que alguem me visse olhando e me achasse safada.
Mesma sensação com as revistas pornôs nas prateleiras altas das bancas de revistas.
E hoje, olha o blog que eu tenho. Hahaha
Beijo mamãe e papai. E não briga com a vovó por ter me levado em um lugar assim. Mas particularmente eu preferia jogar no bicho no cara que ficava sentado no poste perto do Sendas, ele sentava em um caichote, tinha um cigarro na orelha e uma calculadora. Mas vovó preferia ir no que tinha um escritório com vaginas na parede, isso quando ela não ia nos dois. Saudades.
Mesma sensação com as revistas pornôs nas prateleiras altas das bancas de revistas.
E hoje, olha o blog que eu tenho. Hahaha
Beijo mamãe e papai. E não briga com a vovó por ter me levado em um lugar assim. Mas particularmente eu preferia jogar no bicho no cara que ficava sentado no poste perto do Sendas, ele sentava em um caichote, tinha um cigarro na orelha e uma calculadora. Mas vovó preferia ir no que tinha um escritório com vaginas na parede, isso quando ela não ia nos dois. Saudades.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Acerto de merda
Como dito anteriormente, às vezes a gente acerta nas pessoas. Só que desta vez o acerto foi outro: o de apostar naquela dica de nossa intuição para não confiarmos plenamente em alguém. E daí chega aquele extremista e diz "Eu sabia, eu te falei. Nunca fui com a cara dessa pessoa". Gente, também não é por aí.
Agarrar-se a motivos idiotas para banir um fulano da vida, sem ter certeza de nada, também não é nada sábio. Pois, como eu também já disse, às vezes a gente erra. E apenas ver flores nas pessoas também não é bom. Ingenuidade pode ser bonito, indicar pureza de alma (quem sabe?), mas te fode (sim, isso é uma indireta bem direta. É, é pra você mesmo).
Então, descobri em minha decisão um acerto. Não bani ou julguei com afinco, mas também não entreguei nada que pudesse me ferir no futuro. Quando chegou o momento da decepção, foi metade choque, metade a confirmação indesejada. Às vezes, é chato estar certo. Bem chato.
Agarrar-se a motivos idiotas para banir um fulano da vida, sem ter certeza de nada, também não é nada sábio. Pois, como eu também já disse, às vezes a gente erra. E apenas ver flores nas pessoas também não é bom. Ingenuidade pode ser bonito, indicar pureza de alma (quem sabe?), mas te fode (sim, isso é uma indireta bem direta. É, é pra você mesmo).
Então, descobri em minha decisão um acerto. Não bani ou julguei com afinco, mas também não entreguei nada que pudesse me ferir no futuro. Quando chegou o momento da decepção, foi metade choque, metade a confirmação indesejada. Às vezes, é chato estar certo. Bem chato.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
República
Tchela: Mas será que a gente consegue arcar com o aluguel só nós duas?
Paula: Na favela, sim. E daí a gente coloca uns contacts coloridos pra ficar bonito.
Paula: Na favela, sim. E daí a gente coloca uns contacts coloridos pra ficar bonito.
cocks
enriquecimento material,
merda,
Paulevisk,
Tchela,
Vida Adulta
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Me respeita!
Olha gente quando vocês conhecem alguem tem que tentar entender e interpretar a pessoa direito. É tipo, eu falo um monte de merda e você acha que eu não consigo encarar nenhuma merda que você fale pra mim? Poxa se eu tô falando, quero feedback!!! Não sou de ficar brava quando é de fato brincadeira, então pode falar sabe!! Sem limites!
Fica a dica.
Fica a dica.
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